AS DECISÕES E INDECISÕES DO MINISTRO DA EDUCAÇÃO, NUNO CRATO

Inglês obrigatório em todos os anos do 1º ciclo 2008/2009

Segundo um despacho do Ministério da Educação, assinado pela ministra Maria de Lurdes Rodrigues, de 20 de Maio de 2008  os planos de actividades dos agrupamentos de escolas “incluem obrigatoriamente para todo o 1º ciclo” o apoio ao estudo e o ensino de Inglês.

Crato acaba com Inglês obrigatório no 1.º ciclo – 2013/2014

Ao encurtar as Actividades de Enriquecimento Curricular o ministro da Educação acabou com a obrigatoriedade do ensino de Inglês.

Esta decisão, demonstra que Nuno Crato, possui falta de conhecimentos sobre matérias didácticas.

De acordo com diversos estudos realizados, tem sido demonstrado que o estudo bilingual, quando adquirido nos primeiros anos escolares,  faz com que a criança desenvolva não só conhecimento de um segundo idioma como também aumenta o Q.I. e a superiodade em habilidades em termos gerais.

Nuno Crato diz que não mexeu no inglês do 1º ciclo – 2013/2014

Nuno Crato garante que o Governo não mexeu na disciplina mas que simplesmente passou a dar maior autonomia às escolas, afirmando que cabe às escolas decidir.  Infelizmente,  escolas sem fundos providenciados pelo ministério, não têm capacidade de oferecer aulas de inglês.

Isto significa para além de desconhecimento sobre matérias didácticas mente também, ao contradizer publicamente as suas decisões.

Ministro quer afinal que inglês se torne obrigatório no início da escolaridade deste ano lectivo – 2013/2014

O ministro da educação quer que todos os alunos do 1.º ciclo passem a ter inglês como disciplina curricular obrigatória.

“Temos de introduzir o inglês no currículo do ensino básico”, afirmou Nuno Crato durante a sessão solene de abertura do ano lectivo 2013-2014 do CNE, que decorreu em Lisboa

 Senhor Ministro Nuno Crato, em que ficamos? Será que o senhor toma decisões debaixo do efeito de medicação ou outras drogas? Ou sobre o efeito do álcool? Como é que um curso que é obrigatório no ensino pelo Ministério da Educação pode ficar ao critério e autonomia das escolas? Defina-se de uma vez porque o ano lectivo está em curso.

Compreendem-se que muitas decisões tomadas sobre a educação das crianças e dos jovens, são causadas como parte das medidas de austeridade que o país enfrenta. No entanto, o Ministro da Educação e todo o restante elenco governamental, desconhecem que os custos despendidos com a educação nacional, não se trata de uma despesa do Estado mas sim de um investimento da nação  para o futuro de Portugal.

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About Carlos Piteira

Licenciado em Microbiologia pela Maryland University. Especialista em Microbiologia Clínica pela American Society of Clinical Pathologists. Consultor da Qualidade do Ar Interior. Autor do livro: ” A Qualidade do Ar Interior em Instalações Hospitalares”

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2 comentários em “AS DECISÕES E INDECISÕES DO MINISTRO DA EDUCAÇÃO, NUNO CRATO”

  1. pintobasto Says:

    Esse Nuno Crato não é ministro da educação! É mais um fantoche que o Laparoto colocou na sua gangue de bichos trapalhões para dificultar a vida dos portugueses, só que desta feita o Crato excedeu-se em burrice pura. Uma cavalgadura agiria melhor.

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  2. RDC Says:

    É… ele tem de meter mais tabaco porque devia estar muito forte…

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