BANDEIRA PORTUGUESA

Nova Bandeira Portuguesa

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About Carlos Piteira

Licenciado em Microbiologia pela Maryland University. Especialista em Microbiologia Clínica pela American Society of Clinical Pathologists. Consultor da Qualidade do Ar Interior. Autor do livro: ” A Qualidade do Ar Interior em Instalações Hospitalares”

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4 comentários em “BANDEIRA PORTUGUESA”

  1. Sérgio Medeiros Says:

    OS MILITARES ESTÃO CONNOSCO.
    A REVOLUÇÃO, A CONSTITUIÇÃO DA REPUBLICA, OS MILITARES, O POVO E A DEMOCRACIA DIRECTA

    A abstenção tem rosto, sempre menosprezada pela classe política pelo simples facto que a mesma nunca foi encarada como um protesto contra esta democracia partidária.
    Sempre que houve legislativas em Portugal a abstenção nunca chegou aos 50%, sendo que nas últimas legislativas atingiu o seu valor mais elevado, aproximadamente 43%.

    Sucede, que nas próximas legislativa a abstenção terá rosto, fará campanha, terá um propósito;
    Ora, se obtivermos uma abstenção superior a 50%, se no dia das legislativas sairmos à rua centenas de milhares a exigir o fim deste sistema, a exigir democracia directa….
    O povo não parará até fazer justiça.
    Não poderá ser nomeada a AR, por diversos motivos, dos quais destaco a CPR e as próprias circunstância em que a abstenção aconteceu, planeada, organizada e com objectivos claros.

    Senão vê;
    CONSTITUIÇÃO DA REPUBLICA PORTUGUESA
    VII REVISÃO CONSTITUCIONAL [2005]

    Artigo 1.º
    República Portuguesa
    Portugal é uma República soberana, baseada na dignidade da pessoa humana e na VONTADE POPULAR e empenhada na construção de uma sociedade livre, justa e solidária.

    (Ora, o povo fez campanha pela abstenção, pela democracia directa, a maioria não votou, saiu à rua, então os órgãos de soberania têm de respeitar a vontade popular, portanto a CPR, é neste contexto que cabe a vontade e a acção dos militares, caso os políticos não aceitem a mudança, o povo exigirá que os militares a cumpram e a façam cumprir de acordo com o juramento de bandeiras…..
    A acção do militares apenas sucederá se a classe política quiser tomar o poder contra a vontade do povo, a atitude dos militares não será um golpe de estado e sim uma acção, mais ou menos musculada em defesa do povo, da pátria, da constituição.)

    VEJAM MAIS À FRENTE:

    Continuando na CPR

    Artigo 2.º
    Estado de direito democrático
    A República Portuguesa é um Estado de direito democrático, baseado na SOBERANIA POPULAR, no pluralismo de expressão e organização política democráticas, no respeito e na garantia de efectivação dos direitos e liberdades fundamentais e na separação e interdependência de poderes, visando a realização da democracia económica, social e cultural e o aprofundamento da democracia participativa.

    (repara no final do artigo ” aprofundamento da democracia participativa.”), como temos vistos, nunca os políticos tomaram atitudes ou legislaram para que o povo tivesse maior e mais participação na governação do país. Portanto, ao apelarmos à abstenção como um meio para alcançar a democracia directa estamos a lutar por mais democracia participativa

    Artigo 3.º
    Soberania e legalidade
    1. A soberania, una e indivisível, RESIDE NO POVO, que a exerce segundo as formas previstas na Constituição.
    2. O ESTADO subordina-se à CONSTITUIÇÃO e funda-se na legalidade democrática.
    3. …..

    (“CONSTITUIÇÃO e funda-se na legalidade democrática,” Assim, nunca os deputados poderão tomar posse, nem ser nomeado governo, porque o povo é soberano, fez campanha pela abstenção, a maioria não votou, saiu à rua, quer democracia directa, participativa, o fim desta democracia partidária, na qual não confia os destinos da nação, etc).

    Como podes ver pela própria CPR, caso consigamos uma abstenção superior a 50% e sair à rua em manifestação os órgãos de soberania têm de respeitar a vontade popular, caso o não queiram fazer, os militares são a salvaguarda da constituição e da VONTADE POPULAR.

    E PORQUÊ?

    Essencialmente por dois motivos;

    PRIMEIRO – Cumpre-lhe cumprir com o juramento de lealdade e honra perante a Pátria, a constituição, o povo e a soberania Nacional que reside no povo e na vontade popular.

    Repara;

    ESTATUTO DOS MILITARES DAS FORÇAS ARMADAS (EMFAR)
    (Decreto-Lei n.º 236/99
    Artigo 7.º
    Juramento de bandeira
    O militar, em cerimónia pública, presta juramento de bandeira perante a Bandeira Nacional, mediante a
    fórmula seguinte:
    «Juro, como português e como militar, guardar e fazer guardar a Constituição e as leis da República, servir as
    Forças Armadas e cumprir os deveres militares. Juro defender a minha Pátria e estar sempre pronto a lutar
    pela sua liberdade e independência, mesmo com o sacrifício da própria vida.»

    SEGUNDO;
    Os militares são orgulhosos de Portugal, da nossa história e identidade, pois somos a nação mais velha do mundo, fomos o primeiro país no mundo a definir fronteiras, para tal travamos muitas batalhas, com a vizinha Espanha, na época dos descobrimentos com muitos outros países, foram derramadas muitas lágrimas e sangue para sermos hoje um país , uma nação independente, orgulhosa de ser Portugal.
    Abrimos as portas ao mundo, fomos pioneiros na abolição da pena de morte, lutamos pela independência do jugo que nos prendeu a Espanha durante 40 anos e eles sabem, melhor que ninguém, que a nossa classe política nos está a entregar ao mundo da especulação financeira sob a égide da UE.
    Se o povo lutar os militares defendem-no, não estão dispostos a entregar a nossa soberania, a vende-la, a desbarata-la em favor da Alemanha ou de qualquer outro ideal ou interesses.

    Eles sabem que com a actual construção europeia e com o actual sistema de governação perderemos a independência a favor de interesses económicos, que caminhamos para a perda de identidade, soberania, que por este andar um dia destes será um exército europeu comandado por Berlim a intervir e não o português.
    Os militares espreitam uma oportunidade legal para agir, esperam pelo povo.

    No dia das legislativas faremos a maior manifestação apartidária de sempre, exigiremos o fim deste sistema de democracia partidária, somos a maioria.
    Seremos mais de 50% a dizer não a este modelo, queremos os culpados castigados pelo que nos fizeram, queremos conquistar o direito de votar fora das estruturas partidárias, os portugueses não confiam nos partidos.
    http://www.facebook.com/groups/queselixevotar

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  2. Marcos Pinto Basto Says:

    Depois desta reunião do conselho de estado em que se reuniram os amigos e conhecidos do Aníbal Cavaco Silva para acertarem como vão ficar seus interesses pessoais, esquecendo do Povo lá fora passando fome e frio, o verde da bandeira nacional ficou vermelho de vergonha por abrigar tantos indivíduos que não respeitam a Pátria e seus concidadõs.

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    • Sérgio Medeiros Says:

      OS MILITARES ESTÃO CONNOSCO.
      A REVOLUÇÃO, A CONSTITUIÇÃO DA REPUBLICA, OS MILITARES, O POVO E A DEMOCRACIA DIRECTA

      A abstenção tem rosto, sempre menosprezada pela classe política pelo simples facto que a mesma nunca foi encarada como um protesto contra esta democracia partidária.
      Sempre que houve legislativas em Portugal a abstenção nunca chegou aos 50%, sendo que nas últimas legislativas atingiu o seu valor mais elevado, aproximadamente 43%.

      Sucede, que nas próximas legislativa a abstenção terá rosto, fará campanha, terá um propósito;
      Ora, se obtivermos uma abstenção superior a 50%, se no dia das legislativas sairmos à rua centenas de milhares a exigir o fim deste sistema, a exigir democracia directa….
      O povo não parará até fazer justiça.
      Não poderá ser nomeada a AR, por diversos motivos, dos quais destaco a CPR e as próprias circunstância em que a abstenção aconteceu, planeada, organizada e com objectivos claros.

      Senão vê;
      CONSTITUIÇÃO DA REPUBLICA PORTUGUESA
      VII REVISÃO CONSTITUCIONAL [2005]

      Artigo 1.º
      República Portuguesa
      Portugal é uma República soberana, baseada na dignidade da pessoa humana e na VONTADE POPULAR e empenhada na construção de uma sociedade livre, justa e solidária.

      (Ora, o povo fez campanha pela abstenção, pela democracia directa, a maioria não votou, saiu à rua, então os órgãos de soberania têm de respeitar a vontade popular, portanto a CPR, é neste contexto que cabe a vontade e a acção dos militares, caso os políticos não aceitem a mudança, o povo exigirá que os militares a cumpram e a façam cumprir de acordo com o juramento de bandeiras…..
      A acção do militares apenas sucederá se a classe política quiser tomar o poder contra a vontade do povo, a atitude dos militares não será um golpe de estado e sim uma acção, mais ou menos musculada em defesa do povo, da pátria, da constituição.)

      VEJAM MAIS À FRENTE:

      Continuando na CPR

      Artigo 2.º
      Estado de direito democrático
      A República Portuguesa é um Estado de direito democrático, baseado na SOBERANIA POPULAR, no pluralismo de expressão e organização política democráticas, no respeito e na garantia de efectivação dos direitos e liberdades fundamentais e na separação e interdependência de poderes, visando a realização da democracia económica, social e cultural e o aprofundamento da democracia participativa.

      (repara no final do artigo ” aprofundamento da democracia participativa.”), como temos vistos, nunca os políticos tomaram atitudes ou legislaram para que o povo tivesse maior e mais participação na governação do país. Portanto, ao apelarmos à abstenção como um meio para alcançar a democracia directa estamos a lutar por mais democracia participativa

      Artigo 3.º
      Soberania e legalidade
      1. A soberania, una e indivisível, RESIDE NO POVO, que a exerce segundo as formas previstas na Constituição.
      2. O ESTADO subordina-se à CONSTITUIÇÃO e funda-se na legalidade democrática.
      3. …..

      (“CONSTITUIÇÃO e funda-se na legalidade democrática,” Assim, nunca os deputados poderão tomar posse, nem ser nomeado governo, porque o povo é soberano, fez campanha pela abstenção, a maioria não votou, saiu à rua, quer democracia directa, participativa, o fim desta democracia partidária, na qual não confia os destinos da nação, etc).

      Como podes ver pela própria CPR, caso consigamos uma abstenção superior a 50% e sair à rua em manifestação os órgãos de soberania têm de respeitar a vontade popular, caso o não queiram fazer, os militares são a salvaguarda da constituição e da VONTADE POPULAR.

      E PORQUÊ?

      Essencialmente por dois motivos;

      PRIMEIRO – Cumpre-lhe cumprir com o juramento de lealdade e honra perante a Pátria, a constituição, o povo e a soberania Nacional que reside no povo e na vontade popular.

      Repara;

      ESTATUTO DOS MILITARES DAS FORÇAS ARMADAS (EMFAR)
      (Decreto-Lei n.º 236/99
      Artigo 7.º
      Juramento de bandeira
      O militar, em cerimónia pública, presta juramento de bandeira perante a Bandeira Nacional, mediante a
      fórmula seguinte:
      «Juro, como português e como militar, guardar e fazer guardar a Constituição e as leis da República, servir as
      Forças Armadas e cumprir os deveres militares. Juro defender a minha Pátria e estar sempre pronto a lutar
      pela sua liberdade e independência, mesmo com o sacrifício da própria vida.»

      SEGUNDO;
      Os militares são orgulhosos de Portugal, da nossa história e identidade, pois somos a nação mais velha do mundo, fomos o primeiro país no mundo a definir fronteiras, para tal travamos muitas batalhas, com a vizinha Espanha, na época dos descobrimentos com muitos outros países, foram derramadas muitas lágrimas e sangue para sermos hoje um país , uma nação independente, orgulhosa de ser Portugal.
      Abrimos as portas ao mundo, fomos pioneiros na abolição da pena de morte, lutamos pela independência do jugo que nos prendeu a Espanha durante 40 anos e eles sabem, melhor que ninguém, que a nossa classe política nos está a entregar ao mundo da especulação financeira sob a égide da UE.
      Se o povo lutar os militares defendem-no, não estão dispostos a entregar a nossa soberania, a vende-la, a desbarata-la em favor da Alemanha ou de qualquer outro ideal ou interesses.

      Eles sabem que com a actual construção europeia e com o actual sistema de governação perderemos a independência a favor de interesses económicos, que caminhamos para a perda de identidade, soberania, que por este andar um dia destes será um exército europeu comandado por Berlim a intervir e não o português.
      Os militares espreitam uma oportunidade legal para agir, esperam pelo povo.

      No dia das legislativas faremos a maior manifestação apartidária de sempre, exigiremos o fim deste sistema de democracia partidária, somos a maioria.
      Seremos mais de 50% a dizer não a este modelo, queremos os culpados castigados pelo que nos fizeram, queremos conquistar o direito de votar fora das estruturas partidárias, os portugueses não confiam nos partidos.
      http://www.facebook.com/groups/queselixevotar

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      • Marcos Pinto Basto Says:

        SÉRGIO MEDEIROS, lendo sua lição de cidadania, tenho a obrigação de lhe agradecer muito e sugerir grande divulgação para que todo o Povo tome conhecimento se é que não o fez já.
        Perante a caótica situação da economia portuguesa, marcada por grandes crimes financeiros acobertados pelo governo que são do conhecimento geral, por medidas que atentam contra a soberania nacional como privatizar empresas para entidades estrangeiras, o exército tem base legal para destituir este governo e deter seus para posteriores averiguações, uma medida que já deveria ter feito à revelia de seu chefe maior que parece estar em conluio com esse desgorno entreguista.

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