DAS PALAVRAS ÀS ACÇÕES

22 de Outubro de 2012

O PAÍS QUE TEMOS

Das palavras, nos comentários e críticas a todo o sistema político-económico governamental, às acções. Para que os nossos dias possam ser melhores e os jovens possam ter a esperança de um futuro auspicioso, sem a necessidade de emigrarem, OPAÍSQUETEMOS criou uma petição para a fundação do Parlamento “OS VELHOS DO RESTELO”.

O Parlamento “OS VELHOS DO RESTELO”, terá o seu início, liderado por cidadãos da geração dos nascidos entre 1946-1964, que desejem participar activamente na fiscalização do sistema governamental, na generalização do consenso político-económico dos portugueses, na aprovação e censura de medidas decididas pelo governo, mas aprovadas pelos restantes ramos governamentais, a Assembleia da República e o Presidente da República.

Continuarmos a viver, criticando as medidas tomadas pelos nossos governantes, que mal permitem uma sobrevivência digna a milhões de portugueses, mas sem participar activamente, para que haja uma mudança de rumo do país, é continuar a dar carta branca aos governos para dispor das nossas vidas e destruir cada vez mais, as esperança de futuro dos nossos jovens. O conformismo, sem participação activa, é aceitar a degradação da nossa existência.

Há incertezas para muitos milhares e desespero para muitos milhões de portugueses. Há centenas de milhares de emigrantes, que optaram por manterem fora do país as suas economias, porque as políticas de sucessivos governos não oferecem estabilidade ao país. Há centenas de grupos empresariais e milionários no país que estão colocando as suas sedes de empresas e os seus capitais fora do país e em offshore, porque as políticas dos governos são cada vez mais duvidosas na estabilidade económica do país. Há milhares de cidadãos da ainda classe média do país, que optam por guardar algumas das poupanças em bancos estrangeiros, com duvidas da segurança monetária, com as medidas de austeridade cada vez mais desastrosas, apresentadas como inalteráveis, salvo a mudança de umas virgulas. Há milhões de portugueses em desespero sem qualquer condição monetária, nem mesmo subsídios, para adquirir produtos e serviços básicos de sobrevivência, dependendo da solidariedade de instituições de caridade para alimentação e muitos até para um tecto de abrigo. Este é o país que temos e que os nossos governantes dizem por todo o mundo que o país está no rumo certo para a estabilidade.

A política seguida por teimosia e incompetência do governo, insistindo em medidas de austeridade pesadas sobre os portugueses e ignorando a produção e crescimento económico, como o veículo principal para produzir receitas e fazer frente às dividas e todas as responsabilidades sociais do Estado, vai afundar mais a dívida, dado que vivemos continuamente de empréstimos e não da produção nacional.

É importante que haja investimento, quanto antes, na produção e enriquecimento económico em todas as regiões do país. É importante a reactivação de empresas fechadas, com as infra-estruturas abandonadas e deixadas em estado de degradação ao sabor do tempo. É importante aplicar todo o conhecimento e experiência de profissionais especializados e operários vocacionados alistados nas fileiras do desemprego, sobrevivendo em condições precárias com apoios de subsídios, sem esperanças e muitos agravando o seu estado de saúde física e psicológica, acabando em depressão.

O Parlamento Os Velhos do Restelo, vem ao encontro de um projecto, que para além do objectivo de fiscalizar, analisar e dar parecer público sobre decisões governamentais, poder também projectar o reset da economia em todas as regiões do país.

Trata-se de um projecto a nível nacional que precisa da participação activa de todo o cidadão, que deseje lutar contra as decisões políticas e económicas do governo, mas também, que deseje participar em pôr Portugal de regresso ao trabalho. Trata-se de um projecto que competia à Assembleia da República e à participação directa de todas as comissões de deputados das comissões distritais realizar ao longo das legislaturas. Infelizmente, o envolvimento dos deputados nos distritos que representam é mínimo, no respeitante aos interesses ou necessidades dos seus contribuintes. Para a maioria dos deputados e mesmo do governo, Portugal é o litoral, deixando ao abandono mais de um terço das regiões de norte a sul do país.

Nós portugueses, trabalhando em conjunto, faremos um apanhado do estado do país, região por região e elaboramos projectos para reactivar a produção nacional de empresas desactivadas ao longo da crise e devolver os seus trabalhadores aos postos de trabalho. O trabalho de análise e laboração de cada proposta cabe a nós. Incentivos nos impostos e Investimentos para reactivação caberão ao Estado. Poderão haver casos de potenciais investidores privados interessados. Poderão haver grupos de trabalhadores com a supervisão de gestores, muitos também no desemprego, reactivar produtividade em muitas empresas encerradas pela crise. Muitas destas empresas foram encerradas por credores ou penhoras das finanças, sendo totalmente desactivadas de produção, para além de existirem condições e mercados para a venda da produção.

Este projecto de iniciativa, do parlamento, “OS VELHOS DO RESTELO”, para que possa passar do papel à realidade com sucesso, precisa da participação de portugueses de todos os distritos e de todas as áreas profissionais da sociedade. É importante que exista determinação e empenho, cujo principal interesse seja de um cidadão à causa de revitalizar o país.

Se não existir vontade para participar e determinação para conseguirmos alcançar os objectivos aqui expostos, então, qual o propósito de continuarmos a criticar quem nos governa?

VAMOS ASSINAR A PETIÇÃO

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About Carlos Piteira

Licenciado em Microbiologia pela Maryland University. Especialista em Microbiologia Clínica pela American Society of Clinical Pathologists. Consultor da Qualidade do Ar Interior. Autor do livro: ” A Qualidade do Ar Interior em Instalações Hospitalares”

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2 comentários em “DAS PALAVRAS ÀS ACÇÕES”

  1. Sandy Sennin Says:

    Concordo e só tenho pena de ser jovem, caso contrario participaria pelo Norte.

    O país precisa de se reeducar e de perceber que política não é coisa de gente de fato Armani, mas de todos nós.

    Os “anciãos” deverão cumprir o seu papel de professores das novas gerações.

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    • opaisquetemos Says:

      Caro Jovem,

      Obrigado pelo seu comentário e seu apoio.

      O facto de ser jovem, não impede de assinar a petição. É importante haver o maior número de assinaturas, para demonstrar ao governo que a iniciativa tem cidadãos apoiantes por todo o país.

      Poderá também contribuir para providenciar informações e opiniões da sua zona distrital. O seu nome será apresentado em toda a sua contribuição como membro apoiante.

      Sinceramente,

      Carlos Piteira

      Gostar

      Responder

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