UM ATENTADO DE TERRORISMO ECONÓMICO CONTRA A SOBREVIVÊNCIA DOS PORTUGUÊS

18 de Outubro de 2012

O PAÍS QUE TEMOS

O orçamento do Estado para 2013, segundo comunicado emitido pelo líder do CDS e Ministro dos Negócios Estrangeiros, Paulo Portas, tem a maioria de votos suficientes para passar, mesmo sem qualquer tipo de maior alteração ao mesmo. Segundo palavras do mesmo,

Perante a arrogância e inflexibilidade exposta por Victor Gaspar, na apresentação do OE 2013, acreditando ainda que poderiam existir algumas excepções de políticos com credibilidade, muitos de nós acreditámos que ainda seria possível que o CDS pudesse ser o travão dentro do governo para evitar mais um acto de terrorismo contra os portugueses.

Todos os atentados contra a sobrevivência dos portugueses são declarados pelos nossos governantes, como que no interesse da estabilidade do país. Certamente, que quando o país atingir mesmo o fundo do poço, não haverá mais risco de perder a estabilidade porque não podermos cair mais para além do fundo do posso.

Paulo Portas, o vendedor de promessas aos portugueses pelos portos de pescadores, pelas feiras dos feirantes, pelos mercados das peixeiras e floristas, numa forma diplomata, mais uma vez enganou um país.

Não há um único político ou partido, que para além das suas agendas de interesses, desempenhe funções no sentido dos interesses do povo, mesmo que tenha de dar a  camisa.

Quando das próximas eleições, que serão um desperdício de tempo e dinheiro, espero que nos portos os pescadores atirem ao mar este vendedor da banha da cobra. Que os feirantes o entreguem á ASAE como vendedor de serviços falsificados. Que as peixeiras lhe dêem com um peixe de espada sobre os ombros. Que as floristas ofereçam um ramos de flores para o funeral deste verme, se alguns dos anteriores conseguir pôr termo à sua existência como político.

About Carlos Piteira

Licenciado em Microbiologia pela Maryland University. Especialista em Microbiologia Clínica pela American Society of Clinical Pathologists. Consultor da Qualidade do Ar Interior. Autor do livro: ” A Qualidade do Ar Interior em Instalações Hospitalares”

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12 comentários em “UM ATENTADO DE TERRORISMO ECONÓMICO CONTRA A SOBREVIVÊNCIA DOS PORTUGUÊS”

  1. Carla Says:

    É muito facil apontar o dedo à politica de hoje em dia, e eu, como uma ignorante politica e como contribuinte, penso que realmente deveria haver outra saida além de deixar o povo mais pobre. Contudo, tendo em conta a gestão completamente inconsciente (para o futuro da nação, não para os bolsos dos Sr.s ministros) que foi levada a cabo durante estes anos, ouvindo a o Sr. Marcelo Rebelo de Sousa a comentar que o que pagamos de divida e juros da divida é 120% do PIB, questiono: Qual a solucção a dar à conjuntura actual? OK, já todos ouvimos dizer que o estado deveria emagrecer de forma a ter custos controlados, mas isso, nesta fase, é o suficiente para fazer face à divida e aos juros da divida??? Ouço muita gente a criticar o governo mas não vejo ninguem a dar soluções claras e concretas para resolver a crise. No meu ponto de vista, a forma ideal de regressarmos à estabilidade e ao crescimento seria através da industia e da produção, de forma ao povo ter dinheiro, dinheiro para viver dignamente e para poder pagar os seus impotos e colocar as econimias locais com dinheiro… a minha questão é, o que faz o governo numa situação onde o povo não compras, as empresas fecham e não há empregadores? Gostava de ouvir alguém com propostas claras para o crescimento do pais, mas de forma a haver dinheiro para pagar a divida, os juros da divida, a educação, a saúde, etc no imediato, pois precisamos do dinheiro já….

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    • opaisquetemos Says:

      Cara Leitora, Carla
      Os meus agradecimentos pelos seus comentários e pelas perguntas expostas, às quais vou responder dentro do possível.
      Repetindo uma resposta que dei há pouco a um comentário de um jovem estudante, “….nós portugueses, ao longo de décadas ignorámos políticas e como éramos governados. Assumimos que a política era para os políticos e cada um de nós tinha que apenas cuidar da sua vida e família. Por outras palavras, demos carta branca aos políticos e governos, limitando-nos a votar, com base não no conhecimento político, mas sim nas campanhas eleitorais, onde são gastos milhões de euros, pagos pelos nossos impostos. Os políticos assumiram-se senhores e donos do país e o povo apenas lacaios obedientes.”. Esta foi a maneira como a nossa dívida atingiu os níveis em que se encontra, em que temos responsabilidade por falta de fiscalização de quem trabalha para nós. Os salários do governo e respectivas contribuições para a Segurança Social dos governantes é paga por nós. Por conseguinte, eles são nossos empregados. Como tal, somos nós que os devemos exigir como desempenhar as funções e fiscalizar se as suas actividades ao serviço do povo. Em resumo a esta parte, os nossos empregados foram incompetentes e deixaram o país cair na falência. A nossa falta está na falta de controlo de gestão.
      Quanto à sua pergunta, “Qual a solução a dar à conjuntura actual?” O país tem uma dívida pesada, acumulada ao longo de anos e governos diferentes. A dívida foi enrolando de governo para governo, pagando os juros nos vencimentos, sempre através de novos empréstimos, nas nunca pagando o principal dos empréstimos. Obviamente, que as taxas de muitos desses juros foi subindo porque os credores, começaram a duvidar da capacidade do país para o cumprimento dos mesmos.
      O Estado, supostamente como pessoa de bem, que devia ser como modelo, tanto a nível internacional como interno para as empresas e cidadãos, mas que infelizmente a nível interno não o é, tem por obrigação de pagar as dívidas. Mas, para além da honestidade, de um Estado, de uma empresa ou de um cidadão comum, nem sempre o planeamento na vida corre como pensado e acabamos por ter de procurar outras soluções ou programas para pagamento das obrigações assumidas.
      Analisemos em primeiro plano, um exemplo muito básico de uma família comum com filhos.
      A família do Manuel e da Maria com dois filhos, com um salário líquido mensal de 1.000,00 €, pagam 500,00 mensais do pagamento da casa. Com o pagamento de utilidades mensais (água, luz, gás e telefone), mais os transportes para o trabalho e levar os filhos à escola gastam 200 €. Sobram 300 € mensais dos quais têm de comer e eventualmente algum problema inesperado que possa surgir.
      Assumindo que nada de grave acontece, com um controlo sobre todas as despesas, a vida corre normal, até a possibilidade de melhores dias.
      Infelizmente, o indesejável acontece e a família perde um dos salários por desemprego e fica reduzida a 700€ mensais. Como resolver esta crise sabendo que os encargos de sobrevivência do mês, sem contar com a alimentação são os 700€?
      Segundo a opinião, irracionalidade ou ignorância do nosso primeiro-ministro, Passos Coelho, e de Victor Gaspar, Ministro das finanças, e restantes governantes apoiantes, as obrigações são para se cumprir e não importa a quem sofrer. Pelo raciocínio destes incompetentes e desconhecedores do que é a vida do povo, esta família vai cumprir com os pagamentos como assumiu e como vão viver, não é relevante. Ou seja, esta família têm que ficar ou sem comida ou sem água ou sem luz e telefone nem pensar. Com esses cortes todos, esta família acaba com má nutrição, viver em condições do terceiro mundo, sem água ou sem luz. Tudo isto sem contar a depressão social do casal, a humilhação dos filhos na escola, o desespero de vida completo a que esta família pode chegar pela incompetência e irracionalidade de governantes como os que temos. Esta família acaba como o burro inglês, quando estava habituada a viver sem comida, sucumbiu.
      Solução para esta família? Conforme mencionei anteriormente, por vezes os planos ou acordos têm de ser alterados consoante as circunstâncias que nos possam surgir na vida, sem isso significar desonestidade ou falta de cumprimento pelas obrigações assumidas.
      A única opção é uma negociação com a entidade credora. Certamente que o número de anos do empréstimo vão aumentar, bem como possivelmente o montante de juros. A banca não se padece pelos problemas de ninguém e é o negócio deles. Mas a família continuará com dignidade a viver e educar os filhos.
      Certamente, que qualquer economista iluminado e do governo, ao ler este meu exemplo, vai dizer de imediato que não posso dar ou comparar um exemplo de uma família com a gestão do Estado que envolve muita complexidade. Não tenho dúvidas dessa afirmação de nenhum génio em economia. Mas ainda que bastante simplificado em relação à complexidade do Estado, a base ou princípio é o mesmo.
      Infelizmente, o que Passos Coelho e Victor Gaspar querem com o OE para 2013, é precisamente aplicar a opção que eles aplicariam à família do Manuel e da Maria a todas os portugueses. Mas a situação correcta, era confirmarem assumirem a dívida do Estado, e pedir mais tempo, ainda que com mais juros sobre esse tempo que é óbvio, para aliviar as famílias com respeita a sobrevivência com dignidade. Ao mesmo tempo, seria aliviada a o desespero social que o país vive e restitua ao governo mais calma e serenidade para governar do que governarem debaixo de uma pressão constante, que acabará por ser insuportável mesmo para o governo actuar debaixo de constante pressão.
      Com políticos como estes não podemos dormir descansados ou pensar num amanhã melhor.
      A luta deste governo não é pagar a dívida, porque atingiu montantes tão elevados, que na melhor das hipóteses, levaria mais de 40 anos a pagar. O que está em causa, é controlar as contas, o défice, a que tanto quanto possível, as despesas se aproximem do montante das receitas. As nossas despesas subiram não de um momento para o outro, mas ao longo de anos. Contrariamente às medidas e políticas deste governo no sentido de baixar as despesas, a despesas continuam a subir e consequentemente a dívida.
      É evidente que temos que cortar as despesas do Estado. Mas, tal como Roma e Pavia não se fizeram num dia, também não se pode de um momento para o outro cortar a despesa, despedindo de milhares de funcionários públicos sem mercado privado de trabalho para os absorver.
      Ao longo do tempo, o governo tem contribuído para o encerramento de milhares de empresas com obrigações de impostos, mesmo antes de cobrados, e falta de investimentos e apoio bancário. O desemprego atingiu limites que não há memória.
      Nos meus artigos tenho afirmado que o país precisa de produção e enriquecimento económico para a criação de postos de trabalho sem depender apenas das receitas de impostos, que gradualmente vão caindo por falta de transacções. Infelizmente, em lugar de investirem alguns dos empréstimos em investimentos para produção e enriquecimento da economia, ainda as tranches não têm sido recebidas e já estão gastas. Já perdemos tempo demasiado e os nossos governantes ainda não encontraram a fórmula para lançar o país a trabalhar produtivamente, o que certamente, estão tão descontrolados que dificilmente, tarde ou nunca conseguiram.
      Todos os serviços sociais a que se referiu estão em risco de decadência e alguns de extinção.
      Cara leitora, tanto quanto possível, respondi às suas perguntas. Mas pode contactar sempre que o deseje com mais perguntas, embora eu possa não responder-lhe de imediato.
      Sinceramente,
      Carlos Piteira

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      • Carla Says:

        Obrigada pela resposta.
        Pelo que percebi, a sugestão seria, renegociar o prazo da dívida, de forma à “Prestação” ser mais baixa, emagrecer o estado e criar linhas de financiamento das empresas (empresas reais)
        Seria isso a solução para o futuro mais próximo?
        Grata pela atenção.

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      • opaisquetemos Says:

        Cara Carla,

        Obrigado pela sua mensagem.

        Está correcta com a interpretação. Deve-se pagar a quem devemos. Mas não podemos tirar à boca e cortar no essencial à saúde e outros produtos e serviços básicos para a sobrevivência, para se cumprir com acordo. Tudo o que fizeram foi concordar sem negociar, independente das condições ou dos sacrifícos necessários sem pensarem nos danos causados. É preferível extender o prazo de pagamento do que ficarmos paralisados. É como que comprar um carro, com um encargo de prestação tão elelvado que nem nos possibilita comprar gasolina para o utulizar. Todo o dinheiro das tranches do empréstimo destina-se exclusivamente a pagar dívidas e respectivos juros sem usufruir de parte do mesmo para investir.

        O problema deste governo, é a incompetência de gestão e da visão política.

        Espero que a Carla assine a petição e a divulgue. Precisamos do apoio de todos.

        Sinceramente.

        Carlos Piteira

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  2. lloco73 Says:

    O Presidente do CDS é um político com muita bagagem, a maior em todo este desgoverno, desculpe, governo. Começo por achar estranho, se o que ouvi logo pela manhã estiver correto, o envio de uma declaração à imprensa em formato word e sem sequer ter o logotipo do partido de que é presidente. Como disse, isto é estranho.
    Depois o atraso nesta vulgar resposta significa que Paulo Portas andou estes últimos 3 dias a avaliar qual a situação que melhor lhe convinha e assim responder no comunicado em conformidade.

    O CDS, na minha opinião, está a preparar-se para sair do governo e no final de Março de 2013 quando sair o resultado da execução orçamental sobre os 3 primeiros meses do ano, vamos ver isso acontecer.
    O partido do “táxi”, se eleições houver pode tornar-se o partido do “triciclo”, tal como aconteceu há uns largos anos em que esteve quase a desaparecer e como tal Paulo Portas, antevendo uma grande embrulhada política começou a preparar a contenção de possíveis prejuízos para o partido mas principalmente para a sua própria imagem.

    A ideia toda é salvar a face diante de um povo já bastante informado e sofredor q.b. sobre o tipo de pessoa que é o presidente do CDS e consequentemente das ideias que transparecem do CDS dizem uma coisa quando estão com o povo mas fazem totalmete o contrário quando estão no poleiro.

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    • opaisquetemos Says:

      Cara Leitora,

      Obrigado pelo seu comentário e as minhas desculpas pelo atraso na resposta.

      Várias vezes tenho comentado que Paulo Portas é um raposa política velha e sabida, procurando deixar no silêncio cair alguns e se necessário, mesmo o país para depois aparecer como o único salvador do país.

      tal como os restantes políticos, Paulo Portas para além das promessas aos agricultores, feirantes e mercados, nada concretiza. Ele mesmo detesta o cheiros dos locais desta actividade. Sempre que sobe a um poleiro governamental, procura um lugar de elite para não ser incomodado pelo portugueses a quem ele prometeu. Num passado governo, aceitou um cargo de ministro da defesa. Agora o de Ministro dos Negócios Estrangeiros, para andar mais afastado do país e dos portugueses a quem mentiu.

      Certamente, que o seu silêncio ou as suas resposta e não formais, significam que ele tem algo na manga e sabe que tudo depende dele e apenas quando ele decidir que o momento é o oportuno para deitar a carta na mesa.

      Infelizmente, vivemos dentro de um sistema político de incompetentes e corruptos, não fiscalizado por ninguém. Felizmente, que os portugueses estão finalmente a acordar de 38 anos de uma farsa de democracia.

      Sinceramente,

      Carlos Piteira

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  3. Sandy Sennin Says:

    A estabilidade desejada parece ser a miséria total e irremediável.
    Em boa verdade é uma forma de estabilidade, de um sistema despota.

    O sr. Portas faz o que é de esperar. Já cá anda faz muito tempo e só ainda não percebeu o seu perfil quem não quis.

    Eles ameaçam com um crise pior que aquela que vivemos… Mas essa seria (poderia ser?) a verdadeira crise que levaria à libertação do povo, enquanto que a que de momentos vivemos a é a crise de aprisionamento.

    Estamos mesmo às portas de uma revolução… Será para valer a mudança?

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    • opaisquetemos Says:

      Caro Jovem,
      Mais uma vez obrigado pelos seus comentários e pela sua assiduidade aos meus artigos. Felizmente, em relação a muitos outros na minha faixa etária, ainda vou tendo trabalho, ainda que os frutos do mesmo não sejam muito compensadores, mas pelo menos dá-me para dispersar a mente e procurar tanto quanto possível não ficar constantemente preso a notícias, cada vez piores e mais desanimadoras. Essa a razão, porque nem sempre sou pontual nas minhas respostas, o que eu considero um acto de respeito e consideração por quem toma o seu tempo para ler os meus artigos.

      Do contexto dos seus comentários e perguntas, compreendo que se trata de um jovem, consciente da situação do país, moderado em acções e que gosta da opinião e experiência dos mais idosos, sobre como interpretar e actuar em fase da situação do país. Certamente, que essa sua forma moderada de ser, está relacionada com a educação que os seus pais lhe deram, conforme há tempo referiu num dos seus comentários. Bem hajam os seus pais.

      Quanto à pergunta se estamos mesmo às portas de uma revolução e se será para valer a mudança? É algo muito difícil de lhe responder, para mais com precisão. Alguém que lhe possa dar uma resposta precisa, numa ou noutra direcção, está apenas a especular, sem qualquer dados específicos. A noção de uma revolução é algo extremo, que envolve muitos rsicos em todo os aspectos e que nem sempre as mudanças são benéficas, dependendo dos intervinientes e seus intereses, nem sempre esclarecedores. Há por vezes grupos oportunistas, que usam o estado conflituoso em que se vive para benefícios próprios.
      Na realidade, não há nada melhor do que depois de todas as oportunidades dadas ao governo, de se desenvolver um plano com estructuras para gradualmente criar uma modificação.
      Na realidade, o mundo em que vivemos adaptou-nos a sistemas políticos e económicos que todos já tiveram as suas épocas em que foram mesmo benéficos, mas que ao longo do tempo acabaram saturados e contaminados com corrupção, sem qualquer benefícios para os povos. É importante portanto, que possamos ter a capacidade de creatividade de novos modelos político económicos. Infelizmente, a maioria de responsáveis não apenas a nível nacional como mundialmente, actuam apenas concentrados nos métodos existentes, que infelizmente, ja perderam a capacidade de os controlar e tirar benefícios para as sociedades.

      Sinceramente,

      Carlos Piteira

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  4. Jose Cunha Says:

    Gostava de deixar aki uma pergunta; em Portugal nao ha nenhuma lei contra traidores da patria? Os que andam ha decadas a levar o pais para uma situacao de derrota total,; sera que nao existe nenhuma lei de traicao para se levar esta jente que constantemente atraicoa uma nacao a tribunal!?
    Realmente gosto de ler estes seus comentarios, porque os sigo a’ bastante tempo; sao muito diretos e atuais.
    Quero deixar desde aki o meu agradecimento p/ este bom trabaho.

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    • opaisquetemos Says:

      Caro José Cunha,

      Obrigado pelo seu comentário e apoio.

      Acredito que em Portugal há leis em excesso, mesmo muitas vezes para o impensável. Infelizmente muitas dessas leis nunca são aplicadas para julgar ou punir os responsáveis, particualrmente, tratando-se de governantes ou VIPs. Há sempre qualquer entre linhas entre as leis que prevente as mesmas de serem aplicadas.

      Segundo afirmações há dois dias, pela Ministra da Justiça, Paula Teixeira da Cruz, que “ninguém está acima da lei, no passado, presente e futuro”, devo referir para além de muitos crimes politico-económicos terem sido cometidos no passado e no presente, não há memória de algum governante ter tido um dia nos tribunais, muito menos ser punido. Enquanto governo, gozam de todos os privilégios e imunidades. Quando terminam seus cargos, ou viajam para Paris, usufruindo dos benefícios, muitos ilícitos, adquiridos ao longo dos seus mandatos ou vão para outra parte incerta do mundo. E quando regressam, asseguram-se que existe já alguém no governo que os protege. Este é opaísquetemos.

      Sinceramente,

      Carlos Piteira

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    • Maria Alpoim Says:

      Acabo de saber que existe a lei 34/87 que pune políticos por gestão danosa e crimes de traição à pátria. Estranhamente os nossos Juízes bem lestos quando o seu bolso está em jogo nunca a accionaram.

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      • opaisquetemos Says:

        Cara Maria Alpoim,

        Obrigado pelo seu comentário.

        Leis existem, aplicação das mesmas, é impensável.

        Segundo resposta que já dei a um leitor esta manhã, de acordo com afirmações há dois dias, pela Ministra da Justiça, Paula Teixeira da Cruz, que “ninguém está acima da lei, no passado, presente e futuro”, devo referir para além de muitos crimes politico-económicos terem sido cometidos no passado e no presente, não há memória de algum governante ter tido um dia nos tribunais, muito menos ser punido. Enquanto governo, gozam de todos os privilégios e imunidades. Quando terminam seus cargos, ou viajam para Paris, usufruindo dos benefícios, muitos ilícitos, adquiridos ao longo dos seus mandatos ou vão para outra parte incerta do mundo. E quando regressam, asseguram-se que existe já alguém no governo que os protege. Este é opaísquetemos.

        Sinceramente,

        Carlos Piteira

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